quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Saúde mental no SUS: conheça os serviços oferecidos nas cidades da região metropolitana do Rio de Janeiro

 A saúde mental é um direito fundamental de todos os cidadãos, e o SUS oferece uma série de serviços para atender às necessidades da população. Nas cidades da região metropolitana do Rio de Janeiro, são oferecidos diversos serviços de saúde mental, incluindo atendimento ambulatorial, internação e atenção psicossocial.

São Gonçalo

Em São Gonçalo, o serviço de saúde mental é oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde. A rede conta com quatro Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), um Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com atendimento psiquiátrico, e um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPSad).

Os CAPS oferecem atendimento ambulatorial para pessoas com transtornos mentais, e os CAPSi oferecem atendimento para crianças e adolescentes com transtornos mentais. A UPA com atendimento psiquiátrico oferece atendimento de urgência e emergência para pessoas com transtornos mentais. O CAPSad oferece atendimento para pessoas com transtornos relacionados ao uso de álcool e drogas.

Niterói

Em Niterói, o serviço de saúde mental é oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde. A rede conta com cinco CAPS, um CAPSi, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com atendimento psiquiátrico, e um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPSad).

Os CAPS oferecem atendimento ambulatorial para pessoas com transtornos mentais, e os CAPSi oferecem atendimento para crianças e adolescentes com transtornos mentais. A UPA com atendimento psiquiátrico oferece atendimento de urgência e emergência para pessoas com transtornos mentais. O CAPSad oferece atendimento para pessoas com transtornos relacionados ao uso de álcool e drogas.

Itaboraí

Em Itaboraí, o serviço de saúde mental é oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde. A rede conta com um CAPS, um CAPSi, e uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com atendimento psiquiátrico.

O CAPS oferece atendimento ambulatorial para pessoas com transtornos mentais, e o CAPSi oferece atendimento para crianças e adolescentes com transtornos mentais. A UPA com atendimento psiquiátrico oferece atendimento de urgência e emergência para pessoas com transtornos mentais.

Maricá

Em Maricá, o serviço de saúde mental é oferecido pela Secretaria Municipal de Saúde. A rede conta com um CAPS, um CAPSi, e uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com atendimento psiquiátrico. O CAPS oferece atendimento ambulatorial para pessoas com transtornos mentais, e o CAPSi oferece atendimento para crianças e adolescentes com transtornos mentais. A UPA com atendimento psiquiátrico oferece atendimento de urgência e emergência para pessoas com transtornos mentais.

Apesar da oferta de serviços de saúde mental pelo SUS, ainda existem desafios a serem superados. Um dos desafios é a falta de profissionais qualificados para atender à demanda. Outro desafio é o preconceito e a discriminação contra pessoas com transtornos mentais. Ou seja, mesmo que o SUS ofereça uma série de serviços de saúde mental para atender às necessidades da população, ainda existem desafios a serem superados para garantir o acesso à saúde mental para todos.

quarta-feira, 18 de outubro de 2023

CONHEÇA A UNASUS E SEUS CURSOS

 O Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS) foi criado em 2010 para atender às necessidades de capacitação e educação permanente dos profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS).

 Coordenado pelo Ministério da Saúde, por meio da atuação conjunta da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Sistema UNA-SUS conta com uma rede colaborativa formada atualmente por 35 instituições de ensino superior que oferecem cursos a distância gratuitamente.

 A UNA-SUS possui mais de 8 milhões de matrículas realizadas em mais de 480 cursos ofertados para todo território nacional. Hoje, as ofertas educacionais cobrem todos os municípios brasileiros, sendo que aproximadamente 50% dos profissionais capacitados são oriundos da Atenção Básica.

 Os cursos ofertados pela UNA-SUS não são escolhidos a esmo. As ofertas sempre acompanham as necessidades da população e trazem as especificidades de cada público, além de buscar soluções para os problemas de saúde pública. A gama de ofertas inclui cursos abertos online, de extensão, aperfeiçoamento, especialização (voltadas aos programas de provimento) e mestrados profissionais, que abordam os mais diversos temas na área da saúde, desde assuntos específicos como diagnóstico e tratamento de doenças, até temáticas mais abrangentes como políticas públicas em saúde.

 Além da Rede UNA-SUS, o Sistema é composto pelo Acervo de Recursos Educacionais em Saúde (ARES), repositório digital público da UNA-SUS, no qual são disponibilizados materiais, tecnologias e experiências educacionais de livre acesso pela internet. Considerado hoje o maior acervo digital em saúde da América Latina, o ARES reúne milhares de recursos educacionais que versam sobre temáticas diferenciadas de livre acesso e reutilização, produzidos pelas instituições de ensino que compõem a Rede UNA-SUS.

 Outro componente do Sistema é a Plataforma Arouca, um banco de dados nacional do SUS, sob responsabilidade da Secretaria Executiva da UNA-SUS/Fiocruz, que concentra todos os dados dos cursos e suas ofertas. A ferramenta contém ainda o registro histórico dos profissionais de saúde do SUS e seus certificados educacionais. Por meio dessa ferramenta o usuário poderá visualizar os cursos ofertados, filtrados conforme a profissão, o interesse e/ou região.

O Sistema UNA-SUS tem os seguintes objetivos:

  • Propor ações para atender às necessidades de capacitação e educação permanente dos trabalhadores do SUS;
  • Ofertar cursos e programas de especialização, aperfeiçoamento e outras formas de qualificação dirigida aos profissionais do SUS, por meio das instituições que integram a Rede UNA-SUS;
  • Fomentar e apoiar a disseminação de meios e tecnologias de informação e comunicação que possibilitem ampliar a escala e o alcance das atividades educativas;
  • Contribuir para a redução das desigualdades entre as diferentes regiões do País, por meio da oferta de cursos de capacitação e educação permanente;
  • Contribuir com a integração ensino-serviço na área da atenção à saúde.

 

Sobre os cursos

Os cursos da UNA-SUS são totalmente gratuitos, ofertados à distância e possuem enfoque prático, baseado na rotina dos profissionais de saúde e em suas reais necessidades.

 Com a UNA-SUS, os profissionais da saúde podem ser certificados em diversos níveis e modalidades. A gama de ofertas inclui cursos abertos online, de extensão, aperfeiçoamento, especialização e mestrados profissionais, que abordam os mais diversos temas na área da saúde, desde assuntos específicos como diagnóstico e tratamento de doenças, além de temáticas mais abrangentes como gestão e políticas públicas em saúde.

 Os cursos podem ser desenvolvidos tanto pelas Instituições de Ensino Superior que compõem a Rede UNA-SUS, quanto pela Secretaria Executiva.

 Qualquer profissional de saúde pode se inscrever e ser certificado nos cursos oferecidos pelo Sistema UNA-SUS, desde que atenda aos pré-requisitos descritos em cada oferta. Além disso, também há cursos de livre acesso a pessoas de outras áreas do conhecimento.

        No momento são 111 cursos todos com aulas on-line e carga horária própria.

Link para a lista dos cursos oferecidos e na sequência, o link para inscrição: https://www.unasus.gov.br/cursos/busca?status=com%20oferta%20aberta&busca=&ordenacao=Relevância%20na%20busca

https://www.unasus.gov.br/cursos/matriculas

 Outra facilidade oferecida pela Unasus é a plataforma Arouca, conheça sua funcionalidade:

Plataforma Arouca

A Plataforma Arouca é um sistema de informação que concentra o histórico educacional e profissional daqueles que atuam na área da saúde, funcionando como um cadastro único do profissional no UNA-SUS. Desse modo, é possível permitir o acesso a todos os cursos do Sistema com o mesmo login e senha e a verificação automática de condicionalidades de matrícula em cursos orientados para profissões específicas. Por meio da Plataforma Arouca, o trabalhador pode visualizar os cursos voltados especificamente para sua profissão, além de ter acesso a sua certificação dos cursos realizados.

 Todos os cursos oferecidos pela UNA-SUS estão disponíveis na Plataforma Arouca, que facilita a localização da oferta de cursos por região, tema, interesse, entre outros. Além disso, é uma ferramenta para que os alunos acompanhem seu desenvolvimento profissional e educacional, ao mesmo tempo em que permite que gestores planejem, monitorem e avaliem ações educacionais nos seus contextos de atuação.

 Com informações diretamente do site:

https://www.unasus.gov.br

 

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

SUS GARANTE ACESSO A TRATAMENTO PARA DSTS EM TODO O PAÍS

 

De acordo com o Ministério da Saúde, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento gratuito para todas as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). O atendimento, o diagnóstico e o tratamento são realizados em todos os níveis de atenção à saúde, desde a atenção básica, oferecida nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), até a atenção especializada, oferecida em hospitais e centros de referência.

Atendimento básico

A atenção básica é a porta de entrada para o SUS e é responsável pelo atendimento da maioria dos casos de DSTs. Nas UBSs, os profissionais de saúde podem realizar o diagnóstico e o tratamento de cerca de 90% das DSTs.

Atendimento especializado

Os casos mais complexos de DSTs são encaminhados para a atenção especializada, que é oferecida em hospitais e centros de referência. Nesses serviços, é possível realizar exames e tratamentos mais complexos, como a cirurgia para a remoção de verrugas genitais ou a terapia antiviral para a infecção pelo HIV.

Tratamentos disponíveis

Os tratamentos disponíveis para DSTs variam de acordo com o tipo de infecção. No entanto, em geral, os tratamentos são feitos com medicamentos que matam ou impedem a multiplicação do agente causador da infecção.

Algumas das DSTs mais comuns e seus tratamentos são:

  • Gonorreia: O tratamento é feito com antibióticos, como a ciprofloxacina ou a azitromicina.
  • Sífilis: O tratamento é feito com antibióticos, como a penicilina ou a doxiciclina.
  • Clamídia: O tratamento é feito com antibióticos, como a azitromicina ou a doxiciclina.
  • Tricomoníase: O tratamento é feito com medicamentos antiparasitários, como o metronidazol ou o tinidazol.
  • Herpes genital: Não existe cura para o herpes genital, mas o tratamento com medicamentos antivirais pode ajudar a controlar os sintomas.
  • HPV: Não existe cura para o HPV, mas o tratamento com medicamentos pode ajudar a eliminar as verrugas genitais.
  • Hepatite B: O tratamento é feito com medicamentos antivirais, que podem prevenir a progressão da doença para a cirrose ou o câncer de fígado.
  • Hepatite C: O tratamento é feito com medicamentos antivirais, que podem curar a infecção em até 95% dos casos.
  • HIV/AIDS: O tratamento é feito com medicamentos antirretrovirais, que podem controlar a infecção e evitar a progressão para a AIDS.

A importância do tratamento

O tratamento das DSTs é importante para melhorar a qualidade de vida das pessoas afetadas e para interromper a cadeia de transmissão dessas infecções. O tratamento também pode ajudar a prevenir complicações, como a infertilidade, a gravidez ectópica e o câncer.

Como prevenir DSTs

A melhor forma de prevenir DSTs é a adoção de medidas de prevenção, como o uso de preservativo em todas as relações sexuais, a redução do número de parceiros sexuais e a abstinência sexual.

Outras medidas de prevenção incluem:

  • Amamentação exclusiva por seis meses de vida;
  • Vacina contra o HPV;
  • Vacina contra a hepatite B;
  • Prevenção da transmissão vertical do HIV (da mãe para o filho).

 

Conheça os tratamento gratuito para todas as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) disponíveis nas cidades  de São Gonçalo, Niterói e Itaboraí.

São Gonçalo

Em São Gonçalo, o atendimento para DSTs é realizado em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade. Além disso, existem dois centros de referência para DSTs, o Centro de Saúde Carlos Lacerda e o Centro de Saúde Santa Catarina.

Niterói

Em Niterói, o atendimento para DSTs é realizado em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade. Além disso, existem dois centros de referência para DSTs, o Centro de Saúde Carlos Chagas e o Centro de Saúde Oswaldo Cruz.

Itaboraí

Em Itaboraí, o atendimento para DSTs é realizado em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) da cidade. Além disso, existe um centro de referência para DSTs, o Centro de Saúde Dr. Carlos Alberto Santos.

Tratamentos disponíveis

Os tratamentos disponíveis para DSTs variam de acordo com o tipo de infecção. No entanto, em geral, os tratamentos são feitos com medicamentos que matam ou impedem a multiplicação do agente causador da infecção.

Algumas das DSTs mais comuns e seus tratamentos são:

  • Gonorreia: O tratamento é feito com antibióticos, como a ciprofloxacina ou a azitromicina.
  • Sífilis: O tratamento é feito com antibióticos, como a penicilina ou a doxiciclina.
  • Clamídia: O tratamento é feito com antibióticos, como a azitromicina ou a doxiciclina.
  • Tricomoníase: O tratamento é feito com medicamentos antiparasitários, como o metronidazol ou o tinidazol.
  • Herpes genital: Não existe cura para o herpes genital, mas o tratamento com medicamentos antivirais pode ajudar a controlar os sintomas.
  • HPV: Não existe cura para o HPV, mas o tratamento com medicamentos pode ajudar a eliminar as verrugas genitais.
  • Hepatite B: O tratamento é feito com medicamentos antivirais, que podem prevenir a progressão da doença para a cirrose ou o câncer de fígado.
  • Hepatite C: O tratamento é feito com medicamentos antivirais, que podem curar a infecção em até 95% dos casos.
  • HIV/AIDS: O tratamento é feito com medicamentos antirretrovirais, que podem controlar a infecção e evitar a progressão para a AIDS.

Como acessar o tratamento

Para acessar o tratamento para DSTs pelo SUS, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou um centro de referência para DSTs. É importante levar um documento de identificação com foto e o cartão do SUS, se tiver.

Prevenção

A melhor forma de prevenir DSTs é a adoção de medidas de prevenção, como o uso de preservativo em todas as relações sexuais, a redução do número de parceiros sexuais e a abstinência sexual.

Outras medidas de prevenção incluem:

  • Amamentação exclusiva por seis meses de vida;
  • Vacina contra o HPV;
  • Vacina contra a hepatite B;
  • Prevenção da transmissão vertical do HIV (da mãe para o filho).

 

segunda-feira, 25 de setembro de 2023

O PAPEL FUNDAMENTAL DAS DOULAS: APOIO INFORMATIVO, FÍSICO E EMOCIONAL DURANTE O PARTO

 

A ancestralidade das doulas remonta a tempos antigos, onde mulheres cuidavam umas das outras durante o período gestacional, parto e pós-parto. O conhecimento ancestral das doulas está enraizado em práticas tradicionais de cuidado e apoio às gestantes. O principal papel das doulas é oferecer suporte informativo, físico e emocional às gestantes. Elas acompanham as mulheres durante todo o processo de parto, fornecendo massagens, auxiliando na movimentação, sugerindo posições e encorajando a mãe. Esse acompanhamento tem sido fundamental para fortalecer os laços entre as mulheres e promover uma experiência de parto mais positiva.

As doulas são profissionais que unem recursos terapêuticos em prol do nascimento. Elas têm um chamado de missão de vida ligado ao acolhimento dessa grande iniciação. A formação das doulas envolve o resgate de conhecimentos ancestrais transmitidos de mãe para filha e entre as comunidades.

       O trabalho das doulas no Brasil tem sido reconhecido e discutido em diferentes esferas. Há um projeto de lei em tramitação para regulamentar a profissão de doula, visando o bem-estar da gestante, parturiente e puérpera. A presença das doulas durante o trabalho de parto é valorizada, pois elas atuam com massagens, auxiliam na movimentação, sugerem posições e encorajam a mãe.


A atuação das doulas no serviço público de saúde, pode ser uma possibilidade de atenuar as di-ficuldades vivenciadas no parto. Além disso, há relatos de que o auxílio contínuo oferecido por uma doula pode ter efeitos positivos na percepção da experiência do parto. No entanto, é importante ressal-tar que a disponibilidade do trabalho das doulas pode variar de acordo com a região e a política de saú-de local.

Estas são algumas informações sobre o trabalho das doulas nos municípios de Região de São Gonçalo, Niterói, Maricá e Itaboraí através do SUS. :

 São Gonçalo:

A Lei da Doula foi discutida no Centro Cultural Joaquim Lavoura, Estrela do Norte, abordando o tema "Lei da Doula".

 Niterói:

A Maternidade Alzira Reis conta com o apoio físico e emocional das doulas para as parturientes.

Existe um curso de sete meses que aborda o trabalho da doula, voluntariado, ética profissional e dinâmicas do parto.

 Maricá:

A Associação de Doulas do Rio de Janeiro realiza ações em Maricá, como palestras e apoio físico e emocional às gestantes.

A presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto é permitida em hospitais públicos e privados em Maricá.

 Itaboraí:

Existem iniciativas institucionais de doulas no SUS em Itaboraí.

A Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio lançou o 1º Encontro Nacional de Doulas no SUS, em parceria com a Associação de Doulas do Rio de Janeiro.

Fontes: Instituto Nascer, Senado Federal, Portal da Câmara dos Deputados

 

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Dose bivalente da vacina contra a Covid-19: Brasil atinge 16% de cobertura vacinal

Mais de 21,3 milhões de brasileiros já receberam a dose bivalente da vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (2). O número representa cerca de 16% da população adulta do país.

As doses bivalentes são mais eficazes na proteção contra as variantes da ômicron, que estão circulando no Brasil. Elas são recomendadas para todos os brasileiros maiores de 18 anos que tenham completado o ciclo inicial de vacinação com as duas doses, respeitando um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose.

Para retomar as altas coberturas vacinais do Brasil, o Ministério da Saúde promove o Movimento Nacional pela Vacinação. Um dos principais objetivos é reconstruir a confiança da população nos imunizantes.

No estado do Rio de Janeiro, foram aplicadas 1.967.863 doses do imunizante.

Fonte: https://www.canalsaude.fiocruz.br/noticias/noticiaAberta/vacinas-bivalentes

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Brasil atinge 156 milhões de doses da vacina contra a COVID-19

         O Ministério da Saúde divulgou, nesta sexta-feira (15), que o Brasil atingiu a marca de 156 milhões de doses da vacina contra a COVID-19 aplicadas. O número representa 76,3% da população-alvo, que são todas as pessoas acima de 12 anos. De acordo com o painel do Ministério da Saúde, foram aplicadas 120,5 milhões de doses de primeira dose, 33,2 milhões de segundas doses e 2,2 milhões de doses de reforço. Ainda segundo o painel, 10,5 milhões de pessoas receberam a dose única da vacina Janssen. Os dados são referentes às informações contidas na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) até as 18h07 do dia 14 de setembro de 2023.

A vacinação contra a COVID-19 no Brasil tem se acelerado nos últimos meses. No mês de agosto, foram aplicadas mais de 100 milhões de doses, o que representou um aumento de 30% em relação ao mês anterior. O ritmo acelerado de vacinação é resultado da ampliação da disponibilidade de vacinas no país, bem como da intensificação das campanhas de vacinação.

Apesar dos avanços, ainda há desafios a serem superados na vacinação contra a COVID-19 no Brasil. Cerca de 24 milhões de pessoas ainda não foram vacinadas com a primeira dose e 13 milhões de pessoas não completaram o esquema vacinal. O Ministério da Saúde tem intensificado as ações para ampliar a cobertura vacinal, incluindo a realização de campanhas de vacinação em locais estratégicos, como escolas e postos de saúde. 

Retomada da vida normal

A vacinação contra a COVID-19 é essencial para a retomada da vida normal no país. As vacinas ajudam a proteger as pessoas contra a doença, reduzindo o risco de casos graves, internações e mortes. O Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas acima de 12 anos se vacinem contra a COVID-19.

Atualização do painel em 15/09/2023 às 06:00:43, com dados contidos na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) até as 18:07:01 do dia 14/09/2023 - Ministério da Saúde - Vacinômetro COVID-19 – Total de doses aplicadas.

  

Município

Total de doses

1ª dose

Dose reforço

1º Dose reforço

2º Dose reforço

3ª Dose reforço

Niterói

1.452.367

488.314488.314

322.072

899

15.364

1.096

São Gonçalo

1.954.669

714.971

295.283

715

146.267

3.237

Brasil

517.289.825

184.620.963

105.571.060

2.032.885

43.855.050

1.028.881

 Fonte: https://infoms.saude.gov.br/extensions/SEIDIGI_DEMAS_Vacina_C19/SEIDIGI_DEMAS_Vacina_C19.html

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Fiocruz completa dois anos de debates com organizações sociais das favelas do Rio

             A Fiocruz completou, na quarta-feira (28/6), dois anos de debates mensais com organizações sociais que atuam nas favelas do Rio de Janeiro. O ciclo de debates, que começou em 2021, já impactou diretamente mais de 200 mil pessoas.

Neste período, foram realizados 25 encontros para debater temas como segurança alimentar, educação, saúde mental, trabalho e renda, comunicação e informação popular em saúde, além da promoção de territórios sustentáveis e saudáveis.

A reunião que marcou os dois anos de formação desta rede contou com a presença de gestores do Plano, além de membros do Comitê de Monitoramento Interinstitucional da UFRJ e da Uerj e representantes dos projetos executados no âmbito Chamada Pública.

Durante o encontro, foi apresentado um panorama atual da execução da primeira fase do Plano. Dos 54 projetos contemplados nessa fase, 50 já concluíram as atividades, mas permanecem integrando os debates.

Desde o início do Plano, já foram realizadas sete grandes ações para ampliar as capacidades institucionais das organizações, como oficinas, encontros e campanhas. Os investimentos somados na primeira convocação são de R$ 5,5 milhões.

A chefe de gabinete da presidência da Fiocruz, Zélia Profeta, esteve presente na reunião e reforçou a importância das temáticas abordadas nos debates do grupo para a Fundação.

"Sou de Belo Horizonte e trabalhei com temas relacionados a saúde da população mais vulnerabilizada que vive nas periferias. Minha presença nas reuniões do Plano de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro mostra justamente a importância das pautas de saúde focadas nesta população para a presidência da Fiocruz", ressaltou.

O Plano de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro é resultado de um esforço interinstitucional envolvendo a Fiocruz, a UFRJ, a Uerj, a PUC-Rio, a Abrasco, sindicatos de profissionais das áreas de saúde e assistência social, bem como organizações baseadas em favelas.

Ao todo, já foram financiados 54 projetos que receberam recursos de R$50 mil até R$ 500 mil reais para executar ações de combate à Covid-19 nas favelas.

O assessor de Relações Institucionais da Fiocruz, Valber Frutuoso, aponta para a relevância da continuidade dos debates com as organizações sociais após a execução de parte dos projetos já finalizada.

"Essa interlocução é fundamental, porque é uma forma de mantermos todos informados sobre as questões relacionadas ao financiamento da continuidade do plano e também ouvirmos as organizações. Esse alinhamento nos mantém juntos no mesmo propósito, que é o de promover as articulações que atendam as urgências em saúde nas favelas", explica.

Durante o último encontro com as lideranças comunitárias de favelas, foi apresentado a proposta para um curso de formação em captação de recursos, com o objetivo de contribuir para a autonomia das organizações sociais na busca pelo financiamento de suas atividades.

O coordenador-executivo do Plano Fiocruz de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas, Richarlls Martins, destaca a importância dos debates mensais com as organizações sociais.

"A possibilidade para nossas instituições de integrar esta rede sociotécnica e mensalmente há 2 anos produzir encontros, diálogos e consensos para atuação conjunta auxilia no fortalecimento do princípio de participação social do SUS, amplia nossas capacidades internas de coordenação de parcerias e possibilita que cheguemos mais longes por estarmos associados", enfatiza Martins.

As lições aprendidas ao longo desse período serão aplicadas na continuidade dos projetos aprovados na I Chamada Pública. A rede terá mais de 90 organizações de favela atuando na redução das iniquidades em saúde nas periferias de 18 cidades do estado.


  • Foram ao todo dois anos de debates mensais com organizações sociais das favelas do Rio de Janeiro.
  • Os debates impactaram diretamente mais de 200 mil pessoas.
  • Foram realizados 25 encontros para debater temas como saúde, educação e segurança alimentar.
  • A primeira fase do Plano de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro investiu R$ 5,5 milhões.
  • Uma nova Chamada Pública foi aberta para financiar mais 40 organizações.
  • A rede terá mais de 90 organizações de favela atuando na redução das iniquidades em saúde nas periferias de 18 cidades do estado.

Fonte:

https://portal.fiocruz.br/noticia/plano-fiocruz-de-enfrentamento-covid-19-nas-favelas-do-rio-completa-dois-anos

Publicado: 06/07/2023