segunda-feira, 18 de setembro de 2023

Dose bivalente da vacina contra a Covid-19: Brasil atinge 16% de cobertura vacinal

Mais de 21,3 milhões de brasileiros já receberam a dose bivalente da vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (2). O número representa cerca de 16% da população adulta do país.

As doses bivalentes são mais eficazes na proteção contra as variantes da ômicron, que estão circulando no Brasil. Elas são recomendadas para todos os brasileiros maiores de 18 anos que tenham completado o ciclo inicial de vacinação com as duas doses, respeitando um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose.

Para retomar as altas coberturas vacinais do Brasil, o Ministério da Saúde promove o Movimento Nacional pela Vacinação. Um dos principais objetivos é reconstruir a confiança da população nos imunizantes.

No estado do Rio de Janeiro, foram aplicadas 1.967.863 doses do imunizante.

Fonte: https://www.canalsaude.fiocruz.br/noticias/noticiaAberta/vacinas-bivalentes

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Brasil atinge 156 milhões de doses da vacina contra a COVID-19

         O Ministério da Saúde divulgou, nesta sexta-feira (15), que o Brasil atingiu a marca de 156 milhões de doses da vacina contra a COVID-19 aplicadas. O número representa 76,3% da população-alvo, que são todas as pessoas acima de 12 anos. De acordo com o painel do Ministério da Saúde, foram aplicadas 120,5 milhões de doses de primeira dose, 33,2 milhões de segundas doses e 2,2 milhões de doses de reforço. Ainda segundo o painel, 10,5 milhões de pessoas receberam a dose única da vacina Janssen. Os dados são referentes às informações contidas na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) até as 18h07 do dia 14 de setembro de 2023.

A vacinação contra a COVID-19 no Brasil tem se acelerado nos últimos meses. No mês de agosto, foram aplicadas mais de 100 milhões de doses, o que representou um aumento de 30% em relação ao mês anterior. O ritmo acelerado de vacinação é resultado da ampliação da disponibilidade de vacinas no país, bem como da intensificação das campanhas de vacinação.

Apesar dos avanços, ainda há desafios a serem superados na vacinação contra a COVID-19 no Brasil. Cerca de 24 milhões de pessoas ainda não foram vacinadas com a primeira dose e 13 milhões de pessoas não completaram o esquema vacinal. O Ministério da Saúde tem intensificado as ações para ampliar a cobertura vacinal, incluindo a realização de campanhas de vacinação em locais estratégicos, como escolas e postos de saúde. 

Retomada da vida normal

A vacinação contra a COVID-19 é essencial para a retomada da vida normal no país. As vacinas ajudam a proteger as pessoas contra a doença, reduzindo o risco de casos graves, internações e mortes. O Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas acima de 12 anos se vacinem contra a COVID-19.

Atualização do painel em 15/09/2023 às 06:00:43, com dados contidos na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) até as 18:07:01 do dia 14/09/2023 - Ministério da Saúde - Vacinômetro COVID-19 – Total de doses aplicadas.

  

Município

Total de doses

1ª dose

Dose reforço

1º Dose reforço

2º Dose reforço

3ª Dose reforço

Niterói

1.452.367

488.314488.314

322.072

899

15.364

1.096

São Gonçalo

1.954.669

714.971

295.283

715

146.267

3.237

Brasil

517.289.825

184.620.963

105.571.060

2.032.885

43.855.050

1.028.881

 Fonte: https://infoms.saude.gov.br/extensions/SEIDIGI_DEMAS_Vacina_C19/SEIDIGI_DEMAS_Vacina_C19.html

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Fiocruz completa dois anos de debates com organizações sociais das favelas do Rio

             A Fiocruz completou, na quarta-feira (28/6), dois anos de debates mensais com organizações sociais que atuam nas favelas do Rio de Janeiro. O ciclo de debates, que começou em 2021, já impactou diretamente mais de 200 mil pessoas.

Neste período, foram realizados 25 encontros para debater temas como segurança alimentar, educação, saúde mental, trabalho e renda, comunicação e informação popular em saúde, além da promoção de territórios sustentáveis e saudáveis.

A reunião que marcou os dois anos de formação desta rede contou com a presença de gestores do Plano, além de membros do Comitê de Monitoramento Interinstitucional da UFRJ e da Uerj e representantes dos projetos executados no âmbito Chamada Pública.

Durante o encontro, foi apresentado um panorama atual da execução da primeira fase do Plano. Dos 54 projetos contemplados nessa fase, 50 já concluíram as atividades, mas permanecem integrando os debates.

Desde o início do Plano, já foram realizadas sete grandes ações para ampliar as capacidades institucionais das organizações, como oficinas, encontros e campanhas. Os investimentos somados na primeira convocação são de R$ 5,5 milhões.

A chefe de gabinete da presidência da Fiocruz, Zélia Profeta, esteve presente na reunião e reforçou a importância das temáticas abordadas nos debates do grupo para a Fundação.

"Sou de Belo Horizonte e trabalhei com temas relacionados a saúde da população mais vulnerabilizada que vive nas periferias. Minha presença nas reuniões do Plano de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro mostra justamente a importância das pautas de saúde focadas nesta população para a presidência da Fiocruz", ressaltou.

O Plano de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro é resultado de um esforço interinstitucional envolvendo a Fiocruz, a UFRJ, a Uerj, a PUC-Rio, a Abrasco, sindicatos de profissionais das áreas de saúde e assistência social, bem como organizações baseadas em favelas.

Ao todo, já foram financiados 54 projetos que receberam recursos de R$50 mil até R$ 500 mil reais para executar ações de combate à Covid-19 nas favelas.

O assessor de Relações Institucionais da Fiocruz, Valber Frutuoso, aponta para a relevância da continuidade dos debates com as organizações sociais após a execução de parte dos projetos já finalizada.

"Essa interlocução é fundamental, porque é uma forma de mantermos todos informados sobre as questões relacionadas ao financiamento da continuidade do plano e também ouvirmos as organizações. Esse alinhamento nos mantém juntos no mesmo propósito, que é o de promover as articulações que atendam as urgências em saúde nas favelas", explica.

Durante o último encontro com as lideranças comunitárias de favelas, foi apresentado a proposta para um curso de formação em captação de recursos, com o objetivo de contribuir para a autonomia das organizações sociais na busca pelo financiamento de suas atividades.

O coordenador-executivo do Plano Fiocruz de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas, Richarlls Martins, destaca a importância dos debates mensais com as organizações sociais.

"A possibilidade para nossas instituições de integrar esta rede sociotécnica e mensalmente há 2 anos produzir encontros, diálogos e consensos para atuação conjunta auxilia no fortalecimento do princípio de participação social do SUS, amplia nossas capacidades internas de coordenação de parcerias e possibilita que cheguemos mais longes por estarmos associados", enfatiza Martins.

As lições aprendidas ao longo desse período serão aplicadas na continuidade dos projetos aprovados na I Chamada Pública. A rede terá mais de 90 organizações de favela atuando na redução das iniquidades em saúde nas periferias de 18 cidades do estado.


  • Foram ao todo dois anos de debates mensais com organizações sociais das favelas do Rio de Janeiro.
  • Os debates impactaram diretamente mais de 200 mil pessoas.
  • Foram realizados 25 encontros para debater temas como saúde, educação e segurança alimentar.
  • A primeira fase do Plano de Enfrentamento à Covid-19 nas Favelas do Rio de Janeiro investiu R$ 5,5 milhões.
  • Uma nova Chamada Pública foi aberta para financiar mais 40 organizações.
  • A rede terá mais de 90 organizações de favela atuando na redução das iniquidades em saúde nas periferias de 18 cidades do estado.

Fonte:

https://portal.fiocruz.br/noticia/plano-fiocruz-de-enfrentamento-covid-19-nas-favelas-do-rio-completa-dois-anos

Publicado: 06/07/2023

segunda-feira, 28 de agosto de 2023

Covid: casos aumentam 68% no mundo, alerta novo relatório da OMS

 O mundo registrou cerca de 1,5 milhão de novos casos da Covid-19 entre os dias 24 de julho e 20 de agosto, um aumento de 68% quando comparado ao total nos 28 dias anteriores. No mesmo intervalo, foram aproximadamente duas mil mortes, uma queda de 48% em relação ao período anterior. Os dados são da última atualização da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A organização destaca, porém, que os números de casos não representam fielmente a realidade devido à significativa diminuição na testagem e no repasse das informações pelos países à OMS. Esses números, por exemplo, não englobam registros da região das Américas. Logo, os reais devem ser maiores.

Por outro lado, mortes caíram 48% no mesmo período, aponta monitoramento de agosto

“Dados apresentados neste relatório são, portanto, incompletos e devem ser interpretados à luz dessas limitações”, diz o órgão. Cita ainda que “alguns países continuam a relatarem altas cargas pela Covid-19, incluindo aumentos em casos recentemente notificados e, mais importante, aumentos em hospitalizações e mortes – estes últimos considerados indicadores mais confiáveis, dadas as reduções das testagens”.

O relatório mostra ainda que, a nível global, embora os registros oficiais de mortes tenham apresentado uma queda, o número de 49.380 hospitalizações relatadas entre 17 de julho e 13 de agosto representou um aumento de 21% em comparação com os 28 dias anteriores.

 Variantes em circulação

O monitoramento da OMS mostra ainda as versões do vírus da Covid-19 que circulam globalmente. As sublinhagens da Ômicron XBB.1.16 e EG.5 – a segunda pelidada de Eris e detectada recentemente no Brasil – são as mais prevalentes.

“Na semana epidemiológica 31 (de 31 de julho a 6 de agosto de 2023), XBB.1.16 e EG.5 representaram 23,9% e 23,8% das sequências em comparação com 23,0% e 21,7% na semana 27 (3 a 9 de julho de 2023), respectivamente”, diz o documento.

Especialistas ouvidos em reportagem recente do GLOBO consideram que, assim como ocorreu com as outras subvariantes da Ômicron, a tendência é que a EG.5 se espalhe no país e provoque um aumento dos casos. Porém, acreditam que novamente não deve ter grandes impactos nas internações e óbitos.

No último dia 9, a OMS emitiu uma avaliação de risco sobre a Eris destacando que, baseado na evidência disponível, o risco é baixo, semelhante ao das cepas anteriores. “Não houve nenhuma alteração relatada na gravidade da doença até o momento”, disse.

 Além das duas variantes, o novo relatório da OMS destaca a identificação da BA.2.86 que, embora tenha sido detectada em poucos casos e em poucos países – EUA, Dinamarca, África do Sul, Israel e Reino Unido – chama atenção pela distância entre eles e pelo alto número de mutações.

 São mais de 35 variações genéticas quando comparada à linhagem anterior. Em avaliação de risco recente, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) disseram que ela parece ser “mais capaz de causar infecção em pessoas que já tiveram Covid-19 ou que receberam vacinas contra Covid-19”. Mas destacou que “no momento, não há evidências sobre aumento na gravidade”.

Na atualização da OMS, o órgão diz que “o impacto potencial das mutações BA.2.86 é atualmente desconhecido e está em fase de avaliação cuidadosa". Diz ainda que "continua a apelar ao reforço da vigilância, sequenciamento e notificação das variantes do SARS-CoV-2 (vírus da Covid-19) à medida que o vírus continua a circular e a evoluir”.

 O que os especialistas recomendam?

1 - Completar o esquema vacinal com a dose bivalente, que amplia a proteção contra a Ômicron;

2 - Imunizar bebês, crianças e adolescentes. Hoje a vacina está disponível no Brasil para todos a partir de seis meses de idade;

3 - Fazer o teste da Covid-19 se estiver com sintomas gripais, como coriza, nariz entupido, espirros e tosse;

4 - Em caso de sintomas, utilizar máscara enquanto não sair o resultado e, se der positivo, cumprir as orientações de isolamento;

5 - Grupos vulneráveis, como idosos, imunossuprimidos e gestantes, considerarem o uso de máscaras em locais de maior risco, como fechados, com aglomeração e mal ventilados.

 Casos no Brasil estão aumentando?

Segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, na semana que terminou no último dia 19 foram 8.156 novos casos de Covid-19 no Brasil. Em comparação com o total de duas semanas antes, o número diminuiu 28%. É o número mais baixo desde março de 2020, quando começou a pandemia.

Nessa época no ano passado, eram mais de 150 mil novos diagnósticos semanalmente no país. Para comparação, no pior momento de contágio da pandemia, quando a variante Ômicron começou a se espalhar pelo mundo, no início de 2022, o país chegou a registrar mais de 1,3 milhão de novos casos em uma semana.

Em relação às mortes, dado mais confiável devido à redução da testagem, dos dias 13 a 19 de agosto foram 116 vidas perdidas para o novo coronavírus. O número indica uma queda de 26% em comparação com duas semanas antes. Ao se analisar os últimos dois meses, porém, é possível observar que o total de óbitos a cada sete dias no Brasil variou de 103 (que foi o menor de toda a pandemia) a até 245. Já no ano passado, a segunda semana de agosto contabilizou sozinha 1.461 mortes. No período mais letal da crise sanitária, em abril de 2021, houve uma semana em que o Brasil registrou 21,1 mil óbitos pela Covid-19.

 Fonte: Publicado Jornal O Globo de 26/08/2023 – pág 22


Painel de Dados atualizados do Ministério da Saúde

COVID19

Atualizado em:25/08/2023 15:58

CASOS CONFIRMADOS

37.758.545
Acumulado


Casos novos

17967,7
Incidência*

ÓBITOS CONFIRMADOS

705.170
Óbitos acumulados


Casos novos

1,9 %
Letalidade

335,6
Mortalidade*

Síntese de casos, óbitos, incidência e mortalidade

Brasil

Brasil

Casos

37.758.545

Óbitos

705.170

Incidência/100mil hab.

17967,7

Mortalidade/100mil hab

335,6

Atualização

25/08/2023 15:58

Sudeste

Casos

15.033.777

Óbitos

339.289

Incidência/100mil hab.

17012,0

Mortalidade/100mil hab

383,9

Atualização

25/08/2023 15:58

Sul

Casos

8.033.390

Óbitos

111.776

Incidência/100mil hab.

26799,4

Mortalidade/100mil hab

372,9

Atualização

25/08/2023 15:58

 Fonte: https://covid.saude.gov.br/

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Fiocruz promove integração entre unidades para melhorar saúde dos trabalhadores

             

No dia 1º de abril de 2022, a Coordenação de Saúde do Trabalhador (CST) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizou o I Fórum de Integração em Saúde do Trabalhador da instituição. O evento, que terá edições mensais, teve como objetivo principal apresentar a proposta do Fórum e promover um primeiro diálogo entre seus integrantes.

O fórum é uma iniciativa da CST para fortalecer a integração entre as unidades da Fiocruz no que diz respeito à saúde do trabalhador. A coordenação da CST acredita que, com uma atuação mais integrada, será possível melhorar a prevenção e a proteção da saúde dos trabalhadores da Fundação.

Durante o primeiro encontro do fórum, foram abordados temas como a descentralização das atividades de saúde do trabalhador, a necessidade de priorização da área pela gestão e a elaboração de diretrizes para o contrato de terceirização na Fiocruz.

Além do Fórum de Integração, a CST está planejando e articulando o desenvolvimento de outras iniciativas de aproximação com as unidades, como a ampliação das comissões internas de saúde dos trabalhadores (CISTTs) nas unidades, o retorno das viagens às regionais e a consolidação de pontos focais de saúde do trabalhador em cada unidade.

  • O I Fórum de Integração em Saúde do Trabalhador da Fiocruz foi realizado no dia 1º de abril de 2022.
  • O objetivo do fórum é fortalecer a integração entre as unidades da Fiocruz no que diz respeito à saúde do trabalhador.
  • A CST acredita que, com uma atuação mais integrada, será possível melhorar a prevenção e a proteção da saúde dos trabalhadores da Fundação.
  • Durante o primeiro encontro do fórum, foram abordados temas como a descentralização das atividades de saúde do trabalhador, a necessidade de priorização da área pela gestão e a elaboração de diretrizes para o contrato de terceirização na Fiocruz.
  • Além do Fórum de Integração, a CST está planejando e articulando o desenvolvimento de outras iniciativas de aproximação com as unidades.

 

quarta-feira, 16 de agosto de 2023

Algumas informações úteis sobre o SUS

         O Sistema Único de Saúde (SUS) é um sistema de saúde público que garante à população do país, brasileiros ou não, o acesso integral, universal e gratuito aos serviços de saúde. O SUS, além de realizar diagnósticos e tratamento de doenças, também atua de forma multidisciplinar, impactando diretamente na qualidade de vida dos cidadãos. A sua rede abrange ações e serviços desde a atenção primária aos serviços de vigilância em saúde.

A porta de entrada do SUS são as Unidades Básicas de Saúde (UBS), unidades responsáveis por cuidar de você e da sua família. Elas fazem parte da Atenção Primária à Saúde, na qual é realizado o contato inicial para prevenção de doenças, agendamentos de consultas e exames básicos. A partir daí, o usuário segue o cuidado de sua saúde, de acordo com a necessidade e complexidade do seu caso.

A Saúde Digital vem mudando a maneira de se organizar e ofertar serviços de saúde em todo o mundo. No Brasil ela deve fortalecer os princípios e as diretrizes do SUS, colocando as necessidades dos cidadãos e cidadãs no centro. O Conecte SUS é uma das formas de utilizar tecnologias digitais para resolver problemas e melhorar a vida das pessoas, engajando pacientes e cidadãos a adotar hábitos saudáveis e gerenciar seu cuidado de saúde, da sua família e da sua comunidade.

 

INFORMAÇÃO IMPORTANTE

Vacinas disponíveis na Rede SUS para os idosos. São cinco as vacinas disponíveis para pessoas acima de 60 anos, além da campanha de vacinação contra gripe.

  

Hepatite B

3 doses, de acordo com a situação vacinal

Febre amarela

Dose única, verificar situação vacinal

Tríplice viral

Previne sarampo, caxumba e rubéola

se nunca vacinado: 2 doses (20 a 29 anos) e 1 dose (30 a 49 anos)

Dupla adulto (DT)

Previne difteria e tétano

Reforço a cada 10 anos

Pneumocócica 23 Valente

Previne pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo

1 dose é indicada para grupos-alvo específicos a depender da situação vacinal

 

quinta-feira, 3 de agosto de 2023

GUIA: Como Consultar acervo físico da Biblioteca Livre do Fórum Itaboraí - Fiocruz Petrópolis/RJ

SERVIÇOS FIOCRUZ

Serviço 100% DIGITAL

A Biblioteca Livre do Fórum Itaboraí (BLFI) tem por objetivo promover o acesso democrático à cultura e à informação, em um espaço de inclusão social, visando auxiliar na educação e no desenvolvimento sociocultural, minimizar a exclusão social, contribuir para a compreensão das diferenças socioculturais, ampliar o olhar crítico e estimular o sentimento de cidadania, civilidade e doação.

O acervo físico da Biblioteca Livre do Fórum Itaboraí (BLFI) é composto por assuntos relacionados à medicina, fitoterapia, agricultura, meio ambiente, ciências sociais, política, arte, literatura e entretenimento sob a perspectiva do impacto que as desigualdades econômicas e sociais exercem na qualidade de vida, no desenvolvimento intelectual e suas influências na área da saúde.

 Os conteúdos bibliográficos, documentais e audiovisuais que compõem o acervo podem ser consultados livremente e são destinados em especial aos alunos dos cursos ministrados no Fórum Itaboraí, às comunidades beneficiadas pelos programas desenvolvidos na unidade e a profissionais de saúde, estudantes, professores e pesquisadores em geral. A busca nos itens que integram o acervo físico pode ser feita de forma digital, diretamente pela internet.

 Solicitantes

Cidadãos, Empresas, Órgãos e Entidades Públicas e Demais Segmentos

Requisitos necessários para este solicitante acessar o serviço:

Qualquer cidadão brasileiro ou estrangeiro poderá realizar a consulta de livros e publicações do acervo físico da Biblioteca Livre do Fórum Itaboraí. Para solicitar empréstimos, favor consultar o serviço "Solicitar empréstimo na Biblioteca Livre do Palácio Itaboraí (Petrópolis/RJ)". 

Etapas do serviço

 1 Consultar acervo físico da Biblioteca Livre do Fórum Itaboraí

Acesso à plataforma digital de consulta do acervo físico / Canais de atendimento


Todos os públicos

Web O solicitante deve acessar o site da Biblioteca Livre do Fórum Itaboraí (www.forumitaborai.fiocruz.br/node/975) e clicar em CONSULTA AO ACERVO.

Fonte:

https://portal.fiocruz.br/servico/consultar-acervo-fisico-da-biblioteca-livre-do-forum-itaborai-fiocruz-petropolis/rj